quinta-feira, julho 26, 2007

Vamos celebrar!


Em contrapartida ao post do Arguta resolvi escrever sobre a união.
Sem dúvida, muito coerente as palavras do "João", porém, eu acredito que há outra maneira de experimentaras relações: O AMOR.
Fala-se muito sobre a relação AMAR x TER, sobre TER x RETER, sobre rimar AMOR com DOR.
Claro, o AMOR te deixa encantado e os mecanismos todos são lubrificados.
Nossa "razão" não pode deixar de espernear, afinal já não é o comandante do navio.
Mas SE conseguirmos (após a empolgação inicial) apresentar a EMOÇÃO à RAZÃO, podemos ter frutos saborosos pra saciar a nossa fome.
Quando não temos "FOME", não temos "NECESSIDADES IMEDIATAS" e não temos MEDO (sem aspas mesmo).

Acho que o AMOR sozinho tem uma força tão imensa que tende a se auto-destruir, como um avião que não conseguiu frear (perdoem o trocadilho ilustrativo).
No início é paixão: que delícia de ver, te descobrir, fazer com que vc me veja e me descubra...A gente até abre mão das nossas coisas "chatinhas" só pra não estragar o clima.
Depois é dúvida: sente que talvez tenha aberto mão de coisas demais, e que o outro não está se abrindo tanto. Porque? O que eu fiz de errado? Será que ele não está no mesmo "vibe" que eu?
Então é cobrança: precisamos de respostas pras perguntas, portanto vamos buscá-las
Finalmente é dor: pois não há no outro respostas para as NOSSAS perguntas.
Resumidamente, é isso o que acontece na minha humilde opinião.
Agora, quando colocamos o "furacão" no trilho, as coisas ficam menos rarefeitas e a imagem do lindo pavão, não se transforma em um peru enfeitado.
Porque não temos a necessidade de ver o outro como a oitava maravilha do mundo (o que nos faz querer ser a nona, pra estar à altura do ser amado).
Ao aceitar o outro como é, fica mais fácil nos aceitarmos como somos.
Simples, mas impossível se não há uma boa dose de análise e desmistificação (aka: razão).

*****
Falo isso por experiência própria, pois tive que dar muitas voltas até chegar aqui.
Fui a "menininha dos fósforos" que riscava um a cada escuridão, mas a caixa acabaria mais cedo ou mais tarde.
Fui "dançar com sapatinhos vermelhos" e me peguei presa num turbilhão de vozes e rostos que não me faziam sentido algum.
Hoje, aprendi a deixar morrer o que tem que morrer, porque sei que depois sempre há um
renascimento. Believe it or not.

quarta-feira, julho 25, 2007

Caindo sob o feitiço da Mona Lisa



[ Agradecimentos à Tina que me ensinou a fazer janelinhas separadas... ]


A grandeza da pintura tornou-se secundária em relação à sua fama. "A universalidade não é inata; ela exige um suporte de marketing", argumenta Sassoon. "Isso não quer dizer que a qualidade também não prevaleça. Significa simplesmente que se algo como a Mona Lisa for pintado por um búlgaro e a pintura permanecer na Bulgária, ela não encontrará mercado. O quadro precisa ficar em um lugar como Paris".

(Donald Sassoon, que passou dois meses observando as pessoas que olhavam a Mona Lisa, e um ano e meio escrevendo o livro sobre como ela se tornou a pintura mais famosa do mundo.)


*****

Será que não é isso mesmo?

Se estivéssemos em "Paris" ganharíamos rios de dinheiro escrevendo esses BlogLisas?

E olha, que eu não estou nos achando em nos comparar com a obra, afinal, não sabemos o que poderíamos ter sido SE...[estivéssemos respaldados pelo marketing]

Mas, pra mim estamos todos na MECA dos escritores informais. Cada um com o seu "each".

And I feel fine...

DROP DEAD GORGEOUS

death-by-cotton-candy.jpg (by Daniela Edburg)

Recebi esse link da minha cunhada chiquérrima-érrima. Ela devia ter um blog!
Além a imagem belíssima, me fez parar pra pensar quantos são os elementos que podem inspirar a arte.
Justo eu, que não gostava de Picasso até ir ver a exposição do Ibirapuera.
O que me fez mudar tão radicalmente de idéia?
Confesso: eu não entendia Picasso. Achava que seus desenhos poderiam ser rabiscos de criança.
E o pior não é isso. O PIOR é que ERAM mesmo rabiscos de criança e eu desvalorizava esse fato.
Como o olhar inocente pode ser tão sábio?
Como a representação do mundo por um ser infantil, pode ser tão completa.
Daí vem uma das minhas teorias universais: EMBURRECEMOS CONFORME O TEMPO PASSA.
Podemos sim, adquirir kilos e kilos de informação (ou seria litros e litros?), porém, nunca mais seremos capazes de expressar os nossos sentimentos de forma tão natural.
Antes o medo era MEDO - Medo de monstro, medo de escuro.
Agora o medo é MEDO DO QUE VAI ACONTECER SE...Medo de mudar, medo de falar o que pensa, medo de ser quem é.
Antes o AMOR era simples - amor pela "mamãe" e pelo "papai" sem pensar em retribuições ou cobranças.
Agora o AMOR é MOEDA. Se não termos o retorno do investimento, sofremos.
Choramos, mas não mais aquele choro escancarado, que dá o conhecido soninho gostoso...É um choro contido, um choro amargurado que nos tira
irrecuperáveis noites de descanso.
Talvez por isso seja difícil criar, por estarmos presos em nosso tufões particulares...Uns de algodão-doce , outros de féu.
Em tempo: a questão não é aprender a ser, mas lembrar quem é.


terça-feira, julho 24, 2007

Novos amigos


Sexta passada cai de balão em uma festa de blogueiros. Fui de penetra, mas prometo compensar esse fato convidando a todos para uma balada aqui em casa, com direito à acompanhante [OK, Flávio? ;-)]

Cheguei sem muita expectativa, já falando pelos cotovelos como de costume.

No decorrer da balada, percebi que estava muito mais interessante ouvir do que falar (e até passei por "séria", acreditem).

De início achei a sensação bizarra, pois no meu grupo de amigos eu costumo falar, falar e falar mais ainda...Desenvolvendo as minhas teorias universais, que nem sempre eu cumpro (e eles sabem disso).

Depois eu pensei: " que M-A-R-A-V-I-L-H-A ter novos elementos para enlouquecer DE NOVO"

Destaque especial para o Ernesto - que matou Deus comigo - e para a Udi - que batizou de I-Ching o meu "quanto mais, menos".

O anfitrião estava educadamente às voltas com seus convidados e merece cumprimentos pela escolha do vinho. Tentarei retribuir à altura quando for a minha vez de recebê-los.

No mais, visitem Prozac Café e lambuzem-se com idéias!

quinta-feira, julho 19, 2007

Lady Deathstrike





É...
Eu sou má!
Tiro sarro de coisas que não posso, odeio coisas que não devia.
Por isso eu deixei te roer as unhas!

segunda-feira, julho 16, 2007

Se tananã, tananã


Pergunto:
Porque temos a necessidade de filosofar sobre as coisas?
Pra encontrar respostas?
Será que isso não acaba sendo um vício e a vontade de achá-las passa a ser mais forte do que o fato de tê-las econtrado?
Levando essa tese adiante: será que não acabamos arrumando questões onde não há?
Será que não ficamos absolutamente insatisfeitos quando não há questionamentos?
Eu pelo menos sou MOVIDA A eles.
O pior é que outro dia eu me peguei VENDO que futuco as coisas e que quando as coisas não têm polêmica, eu não quero falar a respeito. Quando vejo um casal felizinho, eu não quero escrever a respeito...Mas me dá um probleminha de relacionamento pra vc ver o temanho do texto que sai...To decepcionada com a fragilidade das minhas baterias.

Amadureci 10 anos em 2 dias


Como? Evitando as atitudes que o meu primeiro impulso mandava. Enxergando por trás delas a maquininha auto-destrutiva agindo e dizendo: "não, não, queridinha, agora não dá". Estive em algumas situações potencialmente bombásticas, mas consegui entender o mecanismo. Ex: Estava conversando com uma pessoa (com quem eu AMO conversar) e ela estava me contando coisas de um menino mal agradecido que não tinha juizo na cabeça. Papo vai papo vem, ela diz:
"Imagina que ele se envolveu com uma biscate, que já tem até ffff (e parou) (e continuou) tem até vida pra trás"
Ela ia dizer "já tem até filho" - claro! E parou, porque sabia que isso poderia me ofender, porque eu tb já tinha ATÉ FILHO.
Sei que pra essa pessoa, a realidade de casar com quem já tem filhos é um horror, MAS ela abraçou isso em mim. Abraçou o meu filho como se fosse da família dela e ao contrário da minha primeira vontade de sair correndo chorando, eu me senti especial.
Especial porque ela viu em mim motivos pra superar um "preconceito" arraigado na alma.

Ex 2: Chegamos de viagem tarde da noite. Estava temendo que houvesse alguma balada "na espreita" e que eu tivesse que dormir sózinha.
De fato, como eu temia/previa foi o que aconteceu.
E eu pensei: qual o problema dele sair UMA vez, se nos outros 364 dias do ano, ele dorme comigo?
E assim, fui dormir sem ele. No dia seguinte, ainda tive um impulso de fazer um comentário pontiagudo, mas não fiz e a vontade passou.

Ex 3: Demos de CARA com a ex dele. Eu - ao contrário do que pensava- não quis sugar o sangue dela e cuspir aos porcos. Fiquei na minha, consciente de que ela faz parte de um passado, que (como o nome diz) PASSOU. E me supreendi ao achar estranho o pouquíssimo contato entre eles, pois o 'cumprimento' não passou de um aceninho e um "bão?".


Enfim, em todas as situações, eu estava inserida em um mundo que era conhecido DELE e desconhecido pra mim. Isso me despertava uma insegurança-auto-defesa imediata e no fim, eu buscava motivos pra brigar e pra me sentir mal.
Parei, consegui FINALMENTE perceber que sou eu a causa de problemas dessa ordem.
Quero ser diferente.
Quero ser maior que isso.
(to com a sensação de que esse post não acrescentou nada a ninguém, mas muito a mim- e será que uma coisa exclui a outra?)



quarta-feira, julho 11, 2007

Bu!

Hoje chegaram os móveis que eram da casa da minha avó.
Triste ver cada coisa em um lugar, como se isso representasse uma fragmentação do universo que eu conheço.
Mas, metaforicamente falando, preenchi os espaços que faltavam com as minhas coisas, ou melhor, com as NOSSAS coisas (minhas e do Max).
O que é que fazemos na vida a não ser preencher espaços que estão vazios?
Aposto que alguém falou: "ai, que pessimista!", mas pense de novo.
É o vazio que nos move adiante, que nos impulsiona a chegar na plenitude, né não?

terça-feira, julho 10, 2007

Então, depende do contexto...

Meti-me em uma cruzada, há muito prometida por mim, pra mim mesma (pleô, sorry).


Colocar mais alguns elementos de referência no meu HD, conforme segue:
1- aprender Chinês online
2 -estudar teorias de aprendizagem
3- assistir a filmes do Kubrick
4 -tentar entender pela milésima vez os acontecimentos das Guerras Mundiais (1 E 2)
E, meu, sério: ainda que isso tudo pareça um vontade desesperada em ser pseudo-cult, o que eu quero mesmo é saber "how does it feel".
...e depende do contexto.
Se eu tivesse que aprender Chines pra trabalhar com isso, eu estaria MASTER brochada, porque tem muitas coisas que eu não entendo MESMO! E é frustrante vc não ter a menor idéia das coisas!
MAS, como eu estou querendo mesmo é saber OUTRA coisa, pra mim é muito gostoso!
Falando nisso:
NI HUAI SHUÔ DJNOGUÁN MA? (você pode falar Chinês? e "ma" é só pra dar a idéia de pergunta) SIMPLES pra quem achava que era IMPOSSIVEL aprender Chinês.

Se eu tivesse que assitir aos filmes do Kubrick para a faculdade (to velha pra isso, mas...) eu ia querer M O R R E R de mononucleose, mas como o que eu quero saber é OUTRA coisa, pra mim é muito gostoso!
Falando nisso:
Qual o tamanho da influência de Nietzsche no 2001, hein? (essa é dura, mas comece pela teoria do "eternal recurrence").

Se eu tivesse que saber das Guerras pra fazer uma prova, eu estaria martelando o meu cerebelo (não cérebro, cerebelo mesmo que dói mais - afinal, o cerebro é uma orgão insensível à dor), mas
mas como o que eu quero saber é OUTRA coisa, pra mim é muito gostoso!
Falando nisso:
A Alemanha se lascou na primeira e revidou na segunda...Coisa feia é vingança, baby!

segunda-feira, julho 02, 2007

Post de poucas palavras...


Essa é uma comparação do tamanho do Sol, com a maior estrela conhecida (o que não significa que não existam outras ainda maiores). O Sol é esse "pontico" à esquerda, que mal dá pra ver.
Agora olhe:
(Terra em relação ao Sol)

Olhe de novo:

(Brasil em relação à Terra)

E de novo:(São Paulo em relação ao Brasil)

E ainda:
(a cidade de São Paulo em relação ao Estado)

E mais um pouco:
(os bairros da Cidade de São Paulo)
Nesta escala, acho que somos menores ainda que o Sol em relação à VY Canis Majoris.
E vc ainda continua achando que seus problemas são ENOOOORMES?

quarta-feira, junho 27, 2007

Continuando...


Quando vc adquire uma limitação é que vc vê como era feliz e não sabia...
Eu estou com o pé quebrado (pisei na bola de borracha da cã) e gente: COMO isso é ruim!
Ir até a cozinha parece mais uma maratona e tomar banho é uma prova de resistência física.
Eu me olho no espelho e me vejo descabelada e maltrapilha, porque não são todas as roupas que "combinam" com a bota de astronauta.
Fora, que "uso devido de muletas" deveria ser categoria olímpica, porque além de doer o lombo, deixa o "sovaco" em frangalhos e as mãos com a sensação de que vc descascou 10 kg de batata em um porão de navio.
Isso sem falar do aspecto bulbônico dos meus dedos do pé (ok, dizem que "beringela"está na moda - aliás, berinGela ou berinJela, hein???).
Tá, agora chega de querer ser engraçadinha e fala logo a que veio!
Confesso: mesmo quando não estava usando a patola do Buzz Lightyear eu me olhava no espelho e me via descabelada e maltrapilha. Mesmo antes de ter o corpo apoiado em metais e couro almofadado, ir atá a cozinha me dava banzo absoluto...
OU SEJA: Eu não tinha que estar deprê por isso, né?
Mas estou, porque essa é mais uma prova de que a gente tem que ter um probleminha, não importa a situação.
Se tem não quer, se não tem quer. Se quer não tem, se não quer, tem!
(continua...talvez)

terça-feira, junho 26, 2007

Implacável


Além de esse ser um dos meus discos favoritos da VIDA, me fez ver que o tempo não espera vc sentir que ele está passando...Ele passa!
E o pior de tudo é que, quanto mais se vive, menor a porcentagem de "gone"que temos!
Lembra quando vc tinha 9 anos? Que achava um absurdo ainda faltar UM ANO pra fazer 10 e ter duas velas no bolo?
Claro, porque 1 ano era 11% da sua vida!
Hoje, que eu tenho 31, penso que essa quantidade de tempo é ridícula!
Apenas representa 3% da minha vida!
Só que fazendo essas contas, eu percebi uma coisa! Veja só:
1 ano significa 10% quando vc tem 10
5% quando vc tem 20
3% quando vc tem 30
2,5% quando vc tem 40
2% quando vc tem 50
Isso mostra que quanto maior a nossa idade, menos se altera a proporção do valor unitário de tempo (no caso 1 ano). De 30 pra 50 passaram-se 20 anos e o valor proporcional, mudou apenas 1%.
Pensando assim, deveríamos não ter essa sensação de o tempo passa mais rápido à medida que envelhecemos, já que 1% em 20 anos, não é uma alteração significativa, certo?
Então me ocorreu: NÃO MEDIMOS AS COISAS EM TERMOS PROPORCIONAIS, MAS EM TERMOS ABSOLUTOS.
Se eu tenho 10 anos, já vivi 10 vezes essa medida; se eu tenho 50, já vivi 50 vezes.
Se a coisa já é conhecida e repetida exaustivamente,perde o valor.
É isso!
Por isso - porque esse comportamento de não valorizar o repetido conhecido- que não conseguimos viver como viveríamos se pudéssemos voltar ao passado: aproveitando cada momento.
Transportando essas repetições para os DIAS, a coisa fica pior ainda...
10 anos = 3650 dias (aproximadamente) e 50 anos = 18250 dias (+ -)
Ora, se temos TAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAANTOS dias na vida, porque é que vamos nos preocupar com viver cada um deles da melhor forma?
(continua)




quinta-feira, junho 21, 2007

Quando estamos assim...

...não preciso de mais nada!
As minhas lindas que eu amo (de verdade) cada uma com a sua joinha especial.
Erica: fofa de tudo. Coração bom de verdade. Tem o poder de ser amiga de 1000 pessoas e ser amada por todas, porque é muito LINDA em todos os aspectos e eu AMOAMOAMAOMAAMO.

Carol: coisinha talentosa do meu coração. Passamos mal de rir, beber e desencanar da vida, né, gata? Supresa boa na minha existência. Fofa de bom coração

Aline:pessoa mais doce do mundo. Verdadeira, amiga pra todas as horas e ainda por cima canta Queen comigo - que nem uma doida e dança com o ventilador na cara! Li, eu amo vc, minha LINDONA!!

Fê: é a menina mais linda do mundo. Todos sabem! A gente passa mal de rir com o nosso "resident evil". Me dá um senso de realidade e me encoraja a fazer as coisas que eu tenho que fazer. AMO, mesmo ela sendo mais alta, mais magra e mais bonita que eu! ;-)

Agora, quando a gente tá junto, eu fico feliz...
E é sobre isso que eu queria falar. Sobre a sensação de plenitude, de ser ter o que precisa...
Pra mim esse é o unico jeito de ser feliz: estar em paz.
E eu, fiquei muito tempo lutando, revoltada com as coisas mais idiotas, e elas todas aí em cima, me ajudaram a montar um quebra-cabeças pra que eu ficasse bem...
Erica com as mil horas de conversa sobre relacionamento humano, onde ela me mostra que eu falo, falo, mas não tenho atitudes de acordo com o que prego.
Carol que me fez ver que eu não era a única que achava coisas absurdas em certas pessoas, e isso me fez parar de ter sentimento de culpa/devo alguma coisa a alguém.
Aline que me situa em um mundo que eu desconheço completamente, que me faz enxergar coisas que eu nunca veria se não fosse por ela.
Fe que me faz passar mal de rir com o lado NEGRO do meu ser, sem ter peso na consciência por isso...Me faz conviver bem com as coisas trash que eu falo e penso e é a ünica pessoa que eu conheço que tem essa capacidade. AMO isso!
Lindas, amo vcs!

sexta-feira, junho 15, 2007

FAY tempo, né?


Hoje vi um post PHOPHO da gata-do-meu-mundo, que falava várias coisas legais e dizia que estava com saudades dos meus textos...Realmente faz tempo que eu não tenho nada pra postar aqui! E eu pensei no porquê. Vamos ver... Hoje eu faltei no trabalho! (aiiiii, foi só de tarde + tive um motivo) Não é isso que importa, é que antigamente quando eu faltava tinha um MEGA peso na consciência, como se isso fosse o principio do CHAOS e justamente por isso, tinha um prazerzinho, do tipo "eeeeee, vou ficar em casa, aproveitar o máximo já que não estou trabalhando, etc, etc." E hoje, eu faltei e não tive o MÍNIMO peso na consciência, como se fosse normal ficar em casa em uma sexta à tarde... Acompanhando essa normalidade, o prazerzinho não veio, já que me senti tão normal (desculpe a redundância necessaria pra dar a idéia real do que eu senti). Então é isso...Quanto mais a gente sente culpa, mais prazer há no bagulho, como se fosse um peso contrário pra equilibrar a balança. E de certa forma é mesmo, porque se não há culpa (como hoje) não há felicidade (" "). Como se neste caso, não houve a necessidade de um contra-peso pra manter os pratos na mesma linha, pois já estão. Veja que louco: se estou ruim(culpa) estou bem (prazer), mas se estou sussa (não culpa), estou sussa (não prazer). E é justamente esta tendência ao equilíbrio que faz com que cometamos tantos absurdos extremos em sequência - um pra compensar o outro. Porém, não ache que o equilibrio quando chega, nos conforma, pois ele encerra em si um desconforto insuportável, que faz com que busquemos outras "emoções"... As coisas naturalmente tendem ao equlíbrio, mas o cerumano vai no sentido contrário. Tão contrário que acaba encontrando o equilíbrio... Meio doido, mas acho que é isso que faz com os ciclos se perpetuem e a vida não seja tão chata.

quarta-feira, maio 02, 2007

O Vazio...

Agora ficou o que não existe. Ficou tudo quieto, tudo apagado.
Vontade de chamar seu nome, pra pedir um conselho, pra me ensinar a fazer alguma coisa...Só que vc não está mais lá...Silêncio e um vazio indescritível! Ter que saber o que fazer agora, sem ter a menor ideia do quê fazer agora! Eu não sei e no entanto, tenho que viver o momento que segue. Igualmente triste, igualmente dolorido.
Vou acordar desse sonho ruim?
Será que isso um dia passa?
Mano, vó, que saudades do caralho!(nesse caso eu posso escrever um palavrão)
E o nosso "cabeça-de-nego"?
E tudo?
E eu???? Onde eu fico nesse mundo sem você???
Eu não sei...Eu fui na sua casa esse final de semana, e vc não veio abrir o portão pra mim...
Eu abri os seus armários e vc não estava lá pra me dar bronca!
E eu peguei duas plantas suas pra cuidar...Um pedacinho da vida que vc viveu está comigo!
Um pedação de vc está em mim...
E eu te amo pra sempre!

terça-feira, abril 24, 2007

Mais de mim em outrém, mais de outrém em mim...


Foi, né? Já não dava mais... A alma não combinava com o corpinho doente e fraco!
Foi... Doeu, dói, doerá pra sempre!
Minha irmã gêmea que nasceu no sítio, minha mãe de mentira mais verdadeira possível, minha vovó cheia de estilo, que me fazia sentir tão antiquada!

Minha gatona, que cuidou de mim, que me ensinou que nem sempre é bom ser bom e nem sempre é ruim ser ruim.
Me ensinou que as pessoas podem te largar porque vc está velha demais, mesmo sendo jovem o suficiente pra não perceber isso.
Me disse que é possivel estar um dia chorando de vontade de um picolé e no outro sendo a Sra. "Fulana da tal" na cidade onde mora.

Me ensinou que perseguir o próprio rabo deixa a gente doente, e que ser muito rígida enfraquece. Basicamente, era pra ela que eu corria quando as coisas estavam mal, mas como boa representante da espécie, eu nunca corria, porque não admitia que as coisas estivessem mal...
"Por fora bela viola, por dentro pão bolorento" e mais recentemente, por fora um corpinho fraco e por dentro um ser brilhante.
Não importa que não esteja, vc está!

Não fique brava, mas eu te amo mesmo assim!

segunda-feira, abril 02, 2007

Até que não foi ruim...

Sábado foi meu aniversário (sim, eu ainda comemoro)...


Estava muito bom!

Pessoas que eu amo reunidas, dançando até doer o corpo!
Dia seguinte = quebradeira
Como diria Max: "Bão tamém..."

quarta-feira, março 28, 2007

Quanto tempo dever durar...


...um batom vermelho na boca de uma mulher?

R: Depende do nível de intimidade que sem tem com o microfone.

A vida é um quadro



...e seria bom poder mudar as cores!

BEIJOS NA CACÁ E NA ERICA

terça-feira, março 27, 2007

Aooooooooooo lêncasa!

Desconsidere os símbolos...