segunda-feira, fevereiro 26, 2007

Onde vamos parar????

Indignada e com orgulho!
Fiquei chocada ao ler os comentários das pessoas na revista Veja, a respeito do caso João Hélio!
Todos falaam de maioridade penal, punição mais severa, policiamente ostensivo, etc, etc... Mas NENHUMA ( eu disse: n e n h u m a ) delas fala em educação!
É clichê, mas violência gera violência e se fôssemos apostar no cacetetes nem sempre imparciais dos nossos amiguinhos de cinza, estaríamos a caminho de uma guerra civil declarada.
Como é possivel não enxergar que é preciso dar algo que se possa perder à esses pobres coitados sem coração! QUEM NÃO TEM NADA A PERDER, NÃO TEM NADA A PERDER, sacou?
Aquele que é INDIFERENTE é mais perigoso dos seres humanos...
Desconhece a culpa - safado!
Desconhece a alegria - coitado!

E o mais triste é que entre os comentários, estava o de uma professora, que sequer citou uma palavra sobre a infância perdida desses serem sem NADA!
Estava agora procurando alguma comunidade no orkut e me espantei quando achei somente 636 delas contra a violência! Pasmem: a mais numerosa delas possui 271 membros.
Então fui procurar comunidades relacionadas com assuntos IMBECIS! Vamos aos números da vergonha:
CARNAVAL - mais de 1000 comunidades - a mais numerosa com 57.311 pessoas
BUNDA -
mais de 1000 comunidades - a mais numerosa com 105.535 pessoas
CERVEJA -
mais de 1000 comunidades - a mais numerosa com 295.357 pessoas
LOIRAS -
mais de 1000 comunidades - a mais numerosa com 305.918 pessoas
FUTEBOL -
mais de 1000 comunidades - a mais numerosa com 229.694 pessoas

E depois a gente reclama de ter que "conviver" com esses "marginais" (que nós mesmos marginalizamos)...
Somos todos omissos, negligentes e iludidos, dentro das nossas bolhinhas de sabão, financiando o tráfico por lazer!
E eu mesma, que estou entalada com essa ausência de atitude, não tomo atitude alguma...Chequem as comunidades inúteis das quais eu faço parte! Pensei até em deletar e colocar apenas as "engajadas", mas isso seria muita hipocrisia da minha parte...Acho mais válido começar admitindo o quão fútil eu sou e quem sabe, quando as pessoas não tiverem mais VERGONHA de admitir o que são - um bando de acomodados - as coisas comecem a mudar.

quarta-feira, fevereiro 14, 2007

Amigo é boi de carro


Estaria eu jogando boliche? Dois pinos caídos na mesma semana? Será que o planeta Lemgruber está em conjunção com a estrela Muíduna? (vontade de escrever o mais sujo dos palavrões)
Tão cordialzinho, tão espiritualizadinho, tão caridosinho...NOOOOOOOOOOOOOOOT!
Tem gente que tem que ir ao centro espírita mesmo, pra poder conviver com a sua própria incompetência! Isso, neném, põe a culpa no espírito zombeteiro... Não é você que é um falso moralista do caralho, e a chusma de encostos que você tem! Fica sussa, vai lá na salinha de nosferatu, põe um disco véio do Chopin (pra induzir a mais verdadeira das vontades de chorar) e se defuma com uma PPPPPORRA de um incenso, que isso tudo passa... Outra coisa que funciona é ler muitos livros escritos por pessoas de olhos fechados, assim vc não se sente tão burro de não enxergar um palmo diante do nariz, né, amor??? Ah, e não se esqueça de beber a aguinha benta no final, pra te ajudar a engolir as merdas e as sandices que vc tende a dizer quando fica bravinho. E feche a porta antes de sair, benzinho! _I_

segunda-feira, fevereiro 12, 2007

Insistir

Há coisas na vida em que não adianta insistir. Diz o ditado:

"Se uma coisa acontece uma vez ela pode nunca mais acontecer, mas se acontece duas, acontecerá para sempre"


E na boa (na boíssima) eu não quero que "algumas coisas"aconteçam de novo...

Porque eu fico arrasada, desolada e muito, muito, muiNNNto brava!
Porque quando eu decido dar uma outra chance, eu estou REALMENTE zerada e talvez mais frágil do que eu devesse estar...Assim, se a "coisa" pega de novo, me dói muito mais do que na primeira vez...Como machucar uma pele em cicatrização. E eu tô um pouco intolerante com os "issues" das vidas de outrém. Já estou crescida pra mentir que não estou incomodada e sem a mínima vontade de dar murro em ponta de faca.
Let it fade away.
(too bad, too bad...)

quinta-feira, fevereiro 08, 2007

Teoria do "efeito estilingue"


Então, agora eu to meiocompletamente sem saco de dissertar sobre isso...
Eu gosto apenas de fazer coisas que em tese dariam um resultado, mas na prática têm outro TOTALMENTE diferente.
Tese... Tese é um CU!
Mas eu gosto, porque sem a tese não há a antítese...
Eu AMO a antítese, portanto que tenho que AMAR a tese, já que sem uma, a outra inexiste.
Still: pro mundo em que vivemos é preciso ODIAR a tese para gerar a ANTÍTESE.
Tá bom, tá, faz de conta que eu vivo no mundo em que vivemos e que eu ODEIO...A tese é um cudocaralhodenosferatu
WITHOUT HAVING A FACE CHANGE - expressão que eu procurava há AAAAAAAAAAAANOS pra dizer "COMO SE NADA FOSSE" em Inglês...
Gente, não é metidez, mas é que eu sou professora disso e eu não consigo não. (a última palavra NÃO não é apenas uma conjunção adnominal de negação, mas um objeto direto, no caso considerando o verbo "conseguir"como verbo transitivo direto)
Afff...
Reticências: As reticências são empregadas para indicar uma certa indecisão, supresa ou dúvida na fala da personagem.
Ex: João Antônio! Diga-me...você...me traiu?
Para indicar que num diálogo, que a fala de uma personagem foi interrompida pela fala de outra:
Ex: ...Como todos já deram sua opinião...

Bem fofinha!



Acho que a tosqueira esta impressa no meu DNA.

Percebo depois que eu fiz, mas aí é tarde demais! Too late, babe, too late!

As pessoas devem ficar meio chocadas comigo, e eu fico meio chocada com as pessoas, afinal, eu rôo unhas, uso roupas esgulepadas e tenho cabelos de "familia Jetsons" (com aqueles cabelinhos infernais que crescem do lado da cabeça e insistem em ficar em pé).

O pior de tudo é que: I DON'T CARE! I don't actually give a f**k!

Sei que poderia, mas eu NÃO dou o braço a torcer, mesmo me achando MEGA trash muitas vezes.

Mas eu não tenho uma má indole, é só desleixo PURO e SIMPLES...

É bom ainda ter alguma coisa pura e simples, mesmo que seja desleixo. Acho que por isso que cultivo essa minha característica tão não cultivável.

I AM WHAT I AM, I AM MY OWN SPECIAL CREATION! (péssimo!)

Não ter má indole não significa - at all - que eu não tenha um lado lado EVIL, com o qual me divirta muito e através do qual eu libero vários pensamentos que eu gostaria de ter coragem de realizar.

GostarIA - condicional!

IA gostar...Ia mesmo!

Well, efeito estilingue. Eu já falei sobre a minha teoria do "efeito estilingue"?

Não, não tem a ver com a minha teoria sobre o efeito bumerangue, mesmo porque eu NÃO tenho uma teoria sobre o efeito bumerangue.

Tá, eu admito, esse é o segundo post "meembriagay" (eu disse que a tosqueira estava impressa no meu DNA)

Tá ficando chato já, né?

Ouço: "My sweet lord" - tocada em um programa de radio do John Lennon - A M O !!!!

AMO o George, porque ele era o que ele era e por isso respeitava quem era o que era.

AMO o John por ter tocado essa música, sem ter tido que tocar.

E eu só falo o que eu vejo e eu só vejo o que eu sinto...

Wave, desamores!

Beijos, amores!

terça-feira, fevereiro 06, 2007

Quantos anos vc tem?

Como medir a sua idade?
Dilema, noinha porque eu tô ficando velha, sabe?
Até ando me policiando para não querer dar uma de "xóvenzinha", e usar um vocabulário menos inventado/clichê/modernete/assholete, sei lá... Tenho ficado um pouco deprê com as rugas de TUTANKAMON que estão aparecendo no meu rosto, mas eu procuro ignorar...Os gêmeos platinatos na minha testa, eu ainda consigo esconder no meio da cabeleira, que já está com os dias contados...Já faço planos de como cortar o cabelo pra não ficar com cara de BRUXAMARIABETHÂNIA do caralho. Bom, então... Tava pensando no carro (logo após olhar no retrovisor, o "tanque de lavar roupa" que eu tentei esconder com a franja, mas estava suada demais) que apesar de haver sempre um acréscimo de anos nas nossas vidas, a gente continua se sentindo meio igual. Porque a expectativa pelo futuro continua sendo meio igual...É um tanto de tempo tão grande e tão desconhecido pra nossa cabecinha que a gente reage a isso igualmente, em praticamente todas as fases da vida.
MAS, todavia, contudo, o que muda é o tempo que vivemos, o número de situações das quais lembramos, a quantidade de coisas que aprendemos e o tanto que ficamos "safos"com as sacudidas que tomamos. Como se a gente estivesse indo em direção ao infinito, em cima de um degrauzinho que vai crescendo, crescendo, conforme o tempo passa. Quando a gente vê, está longe do chão e tem um monte de responsabilidades, comprometimentos, regras, paradigmas... Às vezes dá vontade de voltar, descer do palco e voltar a engatinhar. Aí, a gente olha pro fim do infinito e não vê...Acha que ainda tem um tempÃo pela frente e se sente jovem demais, podendo até usar uma fivela "trak" de aranhinha pra franja não grudar na cara (Ah, que se dane que dá pra fazer um exercício de CALIGRAFIA nas "pautas"da minha testa) E é nessas que eu me sinto tão criança, e faço lista de 22 coisas malvadas que eu gostaria de fazer!
Eu e a Miss Polly (cujo apelido é mais uma prova de que meu cérebro estacionou nos 5 anos de idade)