Gente, eu sei!
Pensei mesmo em me despedir de todos e colocar um fim a esse blog.
Causas? As mais diversas possíveis, desde conflitos pessoas até a morte da minha querida linda amada Panda (dog) por um ataque de abelhas mutantes...
Não sei, as coisas perderam um pouco o sentido.
Contudo, estou bem, me preparando para uma nova fase.
Hoje, ainda tenho dificuldades em decidir qual o próximo passo, sendo assim não decido nada.
Isso ainda não é um adeus...
Saudades de vocês!
Primeiro: eai eai eai, não é algo indecifrável, que eu coloquei pra intrigar as cabecinhas alheias...É apenas a exclamação do personagem de "Eram os deuses astronautas?". Decepção, né...Era só isso. Segundo: Esse é um espacinho onde eu compartilho minhas maluquices com as pessoas que eu gosto e aproveito para agulhar as pessoas que eu não gosto. Não sentiu a agulhada? Então é porque eu te gosto!
segunda-feira, dezembro 17, 2007
terça-feira, dezembro 04, 2007
Reciprocidade
Correspondência mútua.
Tem que ser quantitativa ou qualitativa?
Não sei! Mas sei que tem que existir, senão não há porquê!
Tem sido difícil escrever nesses tempos onde tudo o que me inspira pode atingir as pessoas, por isso o silêncio...Sem comentários em blogs, sem posts muito expressivos.
Mas dando início a uma nova fase, venho falar sobre o que tem me martelado: por que as relações apodrecem?
Ultimamente, tento fugir dos excessos, principalmente de intimidade, porém há pessoas que já fazem parte da sua vida e você não pode tratá-las como se as tivesse conhecido ontem!
Eu tenho o grande defeito de querer cuidar das pessoas, talvez por me achar esperta demais.
Como tudo é cíclico, vejo que essa é a atitude mais ingênua que eu posso ter.
Achar que a minha opinião é importante a ponto de mudar uma atitude de alguém é a maior prova de que eu não passo de uma sonhadora superficial.
Ora, mas eu gosto de falar e até faço escola com os meus neologismos pseudo-inteligentes, mas isso só me causa tristeza!
Por achar que estou segura sendo a "desbocada" me coloco em uma posição frágil, pois o que falo fica sendo mais importante do que o que eu sinto.
Esse meu "falo o que penso" é na verdade uma armadilha pra mim mesma!
Fazendo isso eu pareço uma fortaleza, que não se importa com o que os outros vão pensar, mas é justamente o contrário!
Isso sou eu mostrando pra o mundo que se as coisas não forem do jeito que eu acredito que devam ser, eu sofro!
É um aviso do meu limite, é um mapa do meu território é uma arma contra mim mesma que dou pra outra pessoa, que é inevitavelmente usada contra mim!
Com bons argumentos ainda: sou crítica, sou ciumenta, sou dura com as pessoas!
Hoje, eu percebi uma coisa, que me deixou mais triste ainda: eu não me importo mais...
Uma pena que as coisas tenha chegado a esse ponto, mas eu sabia que mais cedo ou mais tarde chegariam (e talvez por isso tenha me debatido tanto). O que era intenso é agora opaco e sem sal...O que me fazia matutar durante as noites é a agora um pano de fundo desbotado nas minhas estórias...
É assim que as relações apodrecem: quando não há reciprocidade!
Ísso tudo é ainda triste, mas toda morte implica em um renascimento. Estou no aguardo!
Tem que ser quantitativa ou qualitativa?
Não sei! Mas sei que tem que existir, senão não há porquê!
Tem sido difícil escrever nesses tempos onde tudo o que me inspira pode atingir as pessoas, por isso o silêncio...Sem comentários em blogs, sem posts muito expressivos.
Mas dando início a uma nova fase, venho falar sobre o que tem me martelado: por que as relações apodrecem?
Ultimamente, tento fugir dos excessos, principalmente de intimidade, porém há pessoas que já fazem parte da sua vida e você não pode tratá-las como se as tivesse conhecido ontem!
Eu tenho o grande defeito de querer cuidar das pessoas, talvez por me achar esperta demais.
Como tudo é cíclico, vejo que essa é a atitude mais ingênua que eu posso ter.
Achar que a minha opinião é importante a ponto de mudar uma atitude de alguém é a maior prova de que eu não passo de uma sonhadora superficial.
Ora, mas eu gosto de falar e até faço escola com os meus neologismos pseudo-inteligentes, mas isso só me causa tristeza!
Por achar que estou segura sendo a "desbocada" me coloco em uma posição frágil, pois o que falo fica sendo mais importante do que o que eu sinto.
Esse meu "falo o que penso" é na verdade uma armadilha pra mim mesma!
Fazendo isso eu pareço uma fortaleza, que não se importa com o que os outros vão pensar, mas é justamente o contrário!
Isso sou eu mostrando pra o mundo que se as coisas não forem do jeito que eu acredito que devam ser, eu sofro!
É um aviso do meu limite, é um mapa do meu território é uma arma contra mim mesma que dou pra outra pessoa, que é inevitavelmente usada contra mim!
Com bons argumentos ainda: sou crítica, sou ciumenta, sou dura com as pessoas!
Hoje, eu percebi uma coisa, que me deixou mais triste ainda: eu não me importo mais...
Uma pena que as coisas tenha chegado a esse ponto, mas eu sabia que mais cedo ou mais tarde chegariam (e talvez por isso tenha me debatido tanto). O que era intenso é agora opaco e sem sal...O que me fazia matutar durante as noites é a agora um pano de fundo desbotado nas minhas estórias...
É assim que as relações apodrecem: quando não há reciprocidade!
Ísso tudo é ainda triste, mas toda morte implica em um renascimento. Estou no aguardo!
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