
Hoje vi um post PHOPHO da gata-do-meu-mundo, que falava várias coisas legais e dizia que estava com saudades dos meus textos...Realmente faz tempo que eu não tenho nada pra postar aqui! E eu pensei no porquê. Vamos ver... Hoje eu faltei no trabalho! (aiiiii, foi só de tarde + tive um motivo) Não é isso que importa, é que antigamente quando eu faltava tinha um MEGA peso na consciência, como se isso fosse o principio do CHAOS e justamente por isso, tinha um prazerzinho, do tipo "eeeeee, vou ficar em casa, aproveitar o máximo já que não estou trabalhando, etc, etc." E hoje, eu faltei e não tive o MÍNIMO peso na consciência, como se fosse normal ficar em casa em uma sexta à tarde... Acompanhando essa normalidade, o prazerzinho não veio, já que me senti tão normal (desculpe a redundância necessaria pra dar a idéia real do que eu senti). Então é isso...Quanto mais a gente sente culpa, mais prazer há no bagulho, como se fosse um peso contrário pra equilibrar a balança. E de certa forma é mesmo, porque se não há culpa (como hoje) não há felicidade (" "). Como se neste caso, não houve a necessidade de um contra-peso pra manter os pratos na mesma linha, pois já estão. Veja que louco: se estou ruim(culpa) estou bem (prazer), mas se estou sussa (não culpa), estou sussa (não prazer). E é justamente esta tendência ao equilíbrio que faz com que cometamos tantos absurdos extremos em sequência - um pra compensar o outro. Porém, não ache que o equilibrio quando chega, nos conforma, pois ele encerra em si um desconforto insuportável, que faz com que busquemos outras "emoções"... As coisas naturalmente tendem ao equlíbrio, mas o cerumano vai no sentido contrário. Tão contrário que acaba encontrando o equilíbrio... Meio doido, mas acho que é isso que faz com os ciclos se perpetuem e a vida não seja tão chata.
2 comentários:
ah, que felicidade!!!!!!
meu coraçãozinho sorri e meus neuroninhos pulam de alegria por estarem sendo alimentados!!
BEM VINDA DE VOLTA, FOFAFOFAFOFA!
A verdade é que a gente não se conforma com calmaria, com o normal... Acho que talvez porque desde pequenos olhamos o mar, com toda aquela agitação... Ou as nuvens passando, ou a chuva apertando e aliviando... Imagine se fosse tudo sempre igual??
Que cara de "nhé" que a gente teria...
Será que os meus espaços sem escrever é pq tudo estava normal demais??? faz sentido...
Também estava com saudades dos seus textos, Ju - psicóloga nata!
Continue, please.
Beijos
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