segunda-feira, julho 16, 2007

Se tananã, tananã


Pergunto:
Porque temos a necessidade de filosofar sobre as coisas?
Pra encontrar respostas?
Será que isso não acaba sendo um vício e a vontade de achá-las passa a ser mais forte do que o fato de tê-las econtrado?
Levando essa tese adiante: será que não acabamos arrumando questões onde não há?
Será que não ficamos absolutamente insatisfeitos quando não há questionamentos?
Eu pelo menos sou MOVIDA A eles.
O pior é que outro dia eu me peguei VENDO que futuco as coisas e que quando as coisas não têm polêmica, eu não quero falar a respeito. Quando vejo um casal felizinho, eu não quero escrever a respeito...Mas me dá um probleminha de relacionamento pra vc ver o temanho do texto que sai...To decepcionada com a fragilidade das minhas baterias.

3 comentários:

Érica Martinez disse...

aaaaaaaaah, pois estamos as DUAS no mesmo barco!
Falamos disso outro dia, né? do estranhamento frente à calmaria...
A gente nunca se acha merecedor da paz... Será isso?

MP disse...

Acho que você está entrando em contato com sua sombra e pontos fracos, e isso não mostra fragilidade e sim muita força.
Muita força mesmo. Afinal, vc tem uma garra absurda, e talvez seja apenas, uma questão de vc focalizar essa força toda para algo constrtutivo para você. Faz sentido? Espero

Flavio Ferrari disse...

Garota, tem alguma coisa errada ...
E eu tenho a impressão de que você está prestes a descobrir o que é.
Se surgir a oportunidade e você deixar, te ajudo a descobrir (é a minha missão no mundo).
Aprendi com meu psicanalista que a irritação é uma produção da mente para evitar que entremos em contato com o ódio e identifiquemos sua origem.
Desvendar o ódio ajuda a transformá-lo em real agressividade (impulso de vida).
Fim da mensagem.