sexta-feira, setembro 25, 2009

Hora do chá

O que vc prefere?
Ira e luxúria ou compreensão e afeto?
Tapa na cara e beijo na boca ou afago e beijo na testa?
Me vejo tocando uma guitarra com a lingua e pronta pra atacar um qualquer...
Me vejo fazendo chapinha e passando gloss cor de boca com glitter...
Me vejo maluca, vestida de rosinha!
Me vejo como sou, um relâmpago na mão e um carneirinho na outra.
Intenso ter que conviver comigo, não vale a pena pra todos.

terça-feira, setembro 15, 2009

Casse-tête


Na minha opinião a questão não é fazer, mas acreditar que a ação não terá reação (aka consequência). Mesmo a mais desmedida atitude pode (e deve) ser pensada, mesmo que o objetivo seja a autodestruição.
Respeito!
Eu mesma sou megaloautodestrutiva (era mais, antes da "floux").
Pule no precipício, mas não se esqueça de prender bem o elástico!
Lambuze-se de vida, mas não se esqueça de que HÁ amanhã (às vezes, seria bom se não houvesse).
Não se esqueça...Acho que é isso!
Tenha em mente que o passo te leva a um lugar diferente.
"É o fim da vida como a conhece".
O caminho é animal, mas se você está inteiro pra desfrutar.
Íntegridade, paz e "respec".
Falô!


sexta-feira, setembro 11, 2009

Parelelo


Algumas pessoas são como Orquídeas:

Apresentam muitíssimas e variadas formas.

Usam as outras árvores somente como apoio para buscar luz, alimentando-se do material em decomposição que delas cai.

Encontram muitas formas de reprodução e são poucos os casos em que se encontrou utilidade comercial para as elas além do uso ornamental.






segunda-feira, junho 15, 2009

Antecipa, meu amor, antecipa!


O forno pra escultura
O fermento pro bolo

O papel pra poesia

A gasolina pro caminho
A intenção fica suspensa no entre...

A idéia permanece etérea!

E o concreto?

Precisa do cimento e da areia, então:

DEVANEÊMOS ENQUANTO HÁ CÉREBRO!

segunda-feira, maio 11, 2009

O Duplo "Jota"


Vivo a me enxergar de fora, analisando todos os sentimentos, passos, intenções...
Não há espaço para a casualidade.
Não há brecha para a consequência não planejada.
Cálculos de probabilidade em cada palavra emitida, gráficos mentais medindo cada ação praticada.
Sem querer...Querendo!
Sou o cavalo e o cocheiro, uma espécie de dogwalker de mim mesma.
Essa coleira apertada tem a função ilusória mais convincente possível: se quero me ver conduzindo, posso esquecer que estou sendo arrastada por ela...Se quero me ver arrastando, posso ignorar o fato de estar presa pelo pescoço...
Mas não por muito tempo, subindo um patamar em um movimento espiral e multiplicativo, analiso inclusive o fato de estar me analisando...
Como diria Alborghetti: "EU TÔ LOUCO??? EU NÃO TÔ LOUCO"
(vou moer uma mesa com um cacetete e brb!)


terça-feira, abril 07, 2009

370!


Este é o numero de dias que fiquei sem postar aqui!
Um retiro, um resguardo...Quase um tiro guardado!

Um truque, um trocadilho...Quase um trem no trilho!
Tantas coisas mudaram... O que era grande ficou pequeno e o que era pequeno está crescendo e colocando plugues de tomada na boca, usando apenas um pé de meia!

Este espaço ainda me pertence?
Terá sido tomado pelo vazio implacável e silencioso?

(olhando pelo buraco da fechadura, lembro dos dentes do hipopótamo que enfeitava a sala em 79)



Tateando, tateando...

quarta-feira, abril 02, 2008

PEACE


No fundo é tudo uma questão de refluxo...
Vai ficar tudo bem!

YOU'RE MY DOUBLE SHADOW


A parte primitiva de mim!
Sem evolução, sem discernimento, obedece ao instinto.

Movida a sensações viscerais, não filtradas pelo intelecto.

É o que me faz intensa e inpensadamente verdadeira.

Bruta e sem polimento.

Essa sou eu, ou pelo menos 50% de mim.

Respeito a minha sombra, pois é por ela que sei onde está iluminado e aproveito pra tomar decisões mais esclarecidas.

Ela reage ao sofrimento dos que eu amo, protege o atacado e ataca o agressor...
Ela é capaz de me fazer desistir de tudo sem medo, baseada na certeza de que se não está bom é porque está ruim.
Simples! Óbvio, mas só a sombra admite que vê.



segunda-feira, março 31, 2008

Fefiz Aniversário!

Sim, FEFIZ com "F" mesmo!
Assim dizia a frase confeitada pela vovó no nosso bolo de aniversário (meu de 10 anos e dela de 53 - somos gêmeas de anos diferentes)!
Rendeu-nos boas risadas e uma piada que carregamos desde então!
Hoje, 22 anos depois, é a primeira vez que canto UM "parabéns pra você" só, já que a outra aniversariante não está mais aqui!
Triste, fico bem triste com isso! Acho que a saudade é a pior coisa, ainda mais quando não se pode matá-la!
Enfim, em contrapartida recebi telefonemas e posts carinhosos da Miss, da Aline, da Fe, da Rita, da minha mãe...Um abracito apertado do marido e dois presente pra lá de originais do filho (um porta anel com um camafeu e um sapo de madeira de coaxa com um reco-reco nas costas- AMEI)
Então é isso! FEFIZ ANIVERSÁRIO PRA MIM!
:-)

sexta-feira, março 28, 2008

Una mujer (Udinha, obrigada pela música)


Arriscando um espanhol tosco e uma montagem de Picasa mais tosca ainda, ei-la:

La mujer
Que al amor no se asoma
No merece
Llamarse mujer
Es cual flor
Que no esparce
Su aroma
Como un leño
Que no sabe arder

La pasión
Tiene un mágico idioma
Que con besos
Se debe aprender
Puesto que una mujer
Que no sabe querer
No merece llamarse
Mujer

Una mujer
Debe ser
Soñadora, coqueta
Y ardiente
Debe darse al amor
Con frenético ardor
Para ser
Una mujer

Yo viví
Como en sombras, dormida
Sin sentir la mas leve
Emoción
Una vez
Me dijeron, querida
Y esa voz
Mi letargo quebró
Ahora quiero
Y me aferró a la vida
Ahora mi alma comienza
A nacer
Puesto que una mujer
Que no sabe querer
No merece llamarse
Mujer

quinta-feira, março 27, 2008

Era, fui, sou, serei

Era uma vez uma menina-sereia
Cabelos compridos, dançava na areia
Era uma vez uma menina curiosa
Trocava de roupa e se olhava vaidosa

Fui uma vez uma menina-moleca
Uma hora era a corda, a outra, a boneca
Fui uma vez uma menina-atrevida
Com fome de ser a pequena sabida

Sou uma vez uma mãe de menino
Amor infinito, amor de destino
Sou uma vez uma mãe por completo
Meu filho é meu eu predileto

Serei uma vez mãe de menina
Amor delicado, cor de bailarina
Serei uma vez mãe cor-de-rosa
Lacinho, fitinha, filhinha mimosa

Serei duas vezes mãe orgulhosa
Do filho brilhante, da filha manhosa
Serei duas vezes mãe encantada
Com o filho sensível e a filha esperada


quarta-feira, março 26, 2008

Vida Adulta


Segurar os cavalos selvagens da mente impetuosa
Prever os declives, preparar-se para a montanha
Guardar o vigor para a fome e ter fome de viço
Reservar-se; saber-se árbitro de seu próprio caminho

Equilibrar as escolhas, manipular os instintos
Saber como andar sob a água e mover-se no espinho
Aprender a evitar-se largado, entregue na beira da vida
Entender que somente o que há dentro, sustenta o que é visto de fora

Intimidade, funil da possibilidade
Intimidade, responder por sua vontade
Intimidade, distancia-se dela o covarde
Intimidade, você com você de verdade



Trilha de Jamile e Adric


quinta-feira, março 20, 2008

Ah, esse Veríssimo...VERÍSSIMO!!!


DAR NÃO É FAZER AMOR...
Luis Fernando Veríssimo


Dar não é fazer amor. Dar é dar.
Fazer amor é lindo, é sublime, é encantador, é esplêndido.
Mas dar é bom pra cacete.
Dar é aquela coisa que alguém te puxa os cabelos da nuca...
Te chama de nomes que eu não escreveria...
Não te vira com delicadeza...
Não sente vergonha de ritmos animais.
Dar é bom.
Melhor do que dar, só dar por dar.
Dar sem querer casar..
Sem querer apresentar pra mãe...
Sem querer dar o primeiro abraço no Ano Novo.
Dar porque o cara te esquenta a coluna vertebral...
Te amolece o gingado...
Te molha o instinto.
Dar porque a vida é estressante e dar relaxa.
Dar porque se você não der para ele hoje, vai dar amanhã, ou depois de amanhã.
Tem pessoas que você vai acabar dando, não tem jeito.
Dar sem esperar ouvir promessas, sem esperar ouvir carinhos, sem esperar ouvir futuro. Dar é bom, na hora. Durante um mês.
Para os mais desavisados, talvez anos.
Mas dar é dar demais e ficar vazio.
Dar é não ganhar.
É não ganhar um eu te amo baixinho perdido no meio do escuro.
É não ganhar uma mão no ombro quando o caos da cidade parece querer te abduzir.

É não ter alguém pra querer casar, para apresentar pra mãe, pra dar o primeiro abraço de Ano Novo e pra falar: "Que que cê acha amor?".
É não ter companhia garantida para viajar.
É não ter para quem ligar quando recebe uma boa notícia.
Dar é não querer dormir encaixadinho...
É não ter alguém para ouvir seus dengos...
Mas dar é inevitável, dê mesmo, dê sempre, dê muito.
Mas dê mais ainda, muito mais do que qualquer coisa, uma chance ao amor.
Esse sim é o maior tesão.
Esse sim relaxa, cura o mau humor, ameniza todas as crises e faz você flutuar.
Experimente ser amado...

quarta-feira, março 12, 2008

POWERPÓÓÓÓÓNTI - I - I


N: Ewerton, não me delete!!!

E: Agora é tarde Neuselene, agora é tarde!
N: Sem o seu nome na minha lista de amigos, sem os seus testimonials eu me sinto nua, abandonada...
E: Agora eu só tenho os meus amigos de verdade: o Water amigo da Alice, o Paulão amigo do Marcos, a Naná amiga da Julia ... Você, Neuselene é parte do meu passado! Tchau!


(Linão esse post é pra você! LOL)

sábado, março 08, 2008

Anfíbia- Parte 7: Moldura


Jamile chegou antes do horário combinado. Estivera na rua durante toda a tarde, resolvendo pendências do dia anterior. Enquanto procurava uma mesa, repetia na mente o tamborilar de dedos da chefe descontrolada. “Eu preciso de comprometimento, Jamile, assim não dá!”
Contraiu a face, tentando achar uma forma de convencer a tirana de que mudar as palavras não a fazia parecer mais esperta.
Quando o garçom se aproximou, ela ainda tinha o semblante franzido e sentiu-se fragilizada pela distração aparente.
- Está aguardando alguém, senhorita?
- Ah, sim, quero uma mesa para dois. Lá fora, pode ser? – intencionalmente assegurando-se de uma fácil rota de fuga.
- Pois não, por aqui.
- Pode me trazer uma Coca, por favor? Com gelo e limão espremido.
- Pois não.
Jamile lia o cardápio sem prestar muita atenção. A lista de opções parecia mais uma figura em três dimensões, mais uma perturbação em sua mente.
Sentiu uma mão em seu ombro e virou-se assustada, belicosa como sempre.
- Oi! Assustei você?- perguntou Adric.
- Oi, sim...Quer dizer, não! Eu estava pensando longe...
- Está com uma cara boa! Já pediu algo para beber?
- Sim, mas não pedi para você. Acho cafona e pretensioso pedir.
Adric riu-se; no fundo concordava com Jamile. Era mais um indício de que ela não era uma das “presas” com que estava acostumado. Talvez ela não fosse uma presa de fato, mas uma caçadora.
- Jamile, eu fui até a delegacia hoje...
- Ora, mas já está tudo resolvido. Eu já mandei depositar o dinheiro pra consertar o furgão! E o motorista nem se machucou e... Você viu o nome dele? Estranho, eu nunca...
- Eu não fui por isso...- interrompeu Adric
- Como assim? Quem atendeu você? De quem...? Como você...?
- Fui por você, Jamile...Fui pela sua agitação, pelo nervosismo, pelo desespero...
- O que você tem com isso?! Quem atendeu você?- disse quase gritando.
- O delegado, claro!
- Qual delegado, Adric?!QUAL?!- questionou com a voz trêmula.
A pergunta viajou pelo ambiente semi-vazio devido ao horário, deixando o ar rarefeito por alguns instantes. Misturou-se ao murmúrio dos presentes e permaneceu sem resposta, perdendo a força para o silêncio de ambos.
Adric estava hipnotizado com a intensidade daquele olhar. Como era possível? Há um minuto ela sorria leve; agora fulminava-o com os olhos tensos, mordendo os lábios vermelhos. Um arrepio na nuca, um espasmo nas pernas, um jorro de saliva na boca. Adric projetou-se em direção a Jamile, tocou seu braço com as pontas dos dedos e sentiu a penugem macia que lhe cobria a pele. Deixou que seus olhos perdessem o foco, no brilho da saliva revelada pela respiração ofegante da moça.
Jamile fechou os punhos, como que preparando um golpe. Pensou em sair correndo, mas o olhar de Adric a petrificava. Estava cativa, indefesa. Um arrepio, uma surdez momentânea, uma fogueira no ventre...
A distância entre os corpos ficava menor a cada instante. Adric movia-se lenta e cuidadosamente, para não rasgar a teia que o conduzia até ela. Sentia seu perfume enquanto deslizava a mão por seu braço macio e branco como mármore.
Jamile estava entregue, talvez pelo excesso de confiança do rapaz, talvez pela carência de ser tocada por um homem novamente. Sentia-se evaporar em desejo e ainda que quisesse não podia lutar contra aquilo.
A mão esquerda de Adric escalou o ombro de Jamile, pressionando-lhe levemente a nuca, dominando-a de forma definitiva e trazendo-a para si.
Havia tanta distância naquele centímetro que os separava, tanta coisa não dita, tantas estórias desconhecidas.
Ambos se olhando nos olhos e já viciados no que nem foi sequer consumido ou consumado.
Adric apertou os dedos, agarrando-se ao cabelo fino e perfumado de Jamile. Parecia querer segurá-la naquela posição para sempre, emoldurar aquele momento no tempo.
Jamile, vencida pela intensidade de sua própria rebeldia, tentava entender-se através do reflexo nos olhos dele, imaginando o gosto da boca, a textura da língua e o encaixe dos corpos.
Seus punhos, agora abertos e quase receptivos, hesitavam em fazer qualquer movimento que catalisasse a reação em cadeia. Ao mesmo tempo, sentia o coração extrapolando os limites do peito e pensou no sangue: “só me sentirei viva, quando estiver morrendo”.

sexta-feira, março 07, 2008

Grande-mãe


De onde eu vim, senhora?
Vieste do mundo de argila

Plástico, elástico, fantástico

Vieste da terra tranquila


De onde eu vim, senhora?
Vieste da história inventada

De vida, despida, querida

Vieste de mim, fertilizada

quinta-feira, março 06, 2008

Percepções X Realidade (insipirado por FF)

O homem é um ser bio-psico-cultural.
Uma regência trina, cujos pilares não se sustentam sozinhos...
Quando o BIO vai mal o PSICO está engessado e o CULTURAL esquecido
Quando o PSICO claudica, o CULTURAL é punitivo e o BIO padece.
Quando o CULTURAL se arrasta, o BIO ignora e o PSICO mimetiza.
Como ignorar que somos seres moldados por tradições?
Como querer ignorar as regras, se a nossa própria rebeldia é o que é porque elas existem?
Liberdade? Livre arbítrio? Até onde vai a guia da sua coleira?
Depende do grupo ao qual faz parte.
Depende do grupo.
Depende...

quarta-feira, março 05, 2008

O cavaleiro da triste figura


Sua armadura é polida, pra desviar o olhar dos espaços que sobram desprotegidos.
Em seu peito um espelho, que reflete o rosto de quem olha, com a incrível propriedade de fazer com que se veja o que se quer. Hipnotiza a razão, já casada de guerra.

"ENGANE-ME, CAVALEIRO, QUE EU QUERO ME VER EM VOCÊ", diz a donzela do cais.

Ele é o rei dos piões, magnetizando os desavisados com sua força centrípeta!

Ele gira ao contrário, ele não sai do lugar. Uma tentativa admirável de simular um buraco negro, e quem sabe voltar a ter 20 e poucos?

Depois de um dia de aventuras em fog, esculpindo dragões nas nuvens, ele se deita em sua cama de flores, acreditando que o espaço vazio ao seu lado é o que lhe dá a forma que tem.

Uma ode ao eco!
Um espetáculo de artifícios, pra captar o intencionalmente destraído.
"MINTA PRA MIM, CAVALEIRO, QUE EU TE RECOMPENSO COM MINHA CRENÇA CEGA"
Não é preciso haver verdade, é preciso haver necessidade de acreditar.
Resgate-me de meu próprio absurdo, faça-me acreditar que sou sã...Em retorno, desabotôo meu verbo em elogios auto-colantes que te farão sentir Alexandre!
Salva-me das minhas garras afiadas, protege-me da verdade que sangra!
"TROTE AO MEU REDOR, CAVALEIRO, PRA QUE A POEIRA ME CEGUE A MENTE E O RETRUCAR DOS CASCOS ME ENSURDEÇA A ALMA"


terça-feira, março 04, 2008

Lições da "tia"Ju

Há algum tempo uma coisa me faz sentir ótima! Fazer escola com os meus termos usuais.
Aqui um guia pra vc parecer cool em uma lição:
Use:
*ficar feinho (fulano ficará feinho quando me vir, tipo, vai ficar sem graça, com cara torcida)
*phopho (com ph pra acentuar a phophura da pessoa)
*fale o nome das pessoas que vc gosta no diminutivo, ex: UDIIIIINHA
*como se não houvesse amanhã (tupi de "like there's no tomorrow")
*enjoy (esse funciona bem!)
*assine com carinhas de emoticon. Ex: Beijos, Fulana ;-)
*issue/s. Ex: Meu, esse cara tem issues! (esse tb é otimo!)
*cite "mulheres que correm com lobos", mas be sure to read it first!
*whatever (esse dá a impressão de que vc realmente não está nem aí, com uma coisa que te tortura)
*inicie frases polêmicas com: MAAAAANO, blá blá blá...
*em tempo (ótimo pra concluir as coisas, use e abuse)

ENJOY!
;-)






Mudando de idéia...

Eu jurei pra mim que nunca mais, mas mudei de idéia.
Foi a reforma aqui de casa...Se você não mexe, não sabe que embaixo do reboco há um cano de ferro DERRETIDO, sendo essa a razão do telefone estar funcionando tão mal.
E não é que é legal escolher o azulejo novo pro banheiro? 
No fim, aquela imagem de caos revela uma oportunidade de mudar, de renovar, ainda que o teto seja o mesmo, ainda que as paredes sejam iguais...Ainda que a estrutura permaneça intacta.
Hoje, começa o EAI EAI EAI pós-reforma, same old, but not quite!
Admito, não aguentei ficar longe do teclado, ainda mais agora que as unhas roídas deram lugar a uma camadinha de esmalte brilhante...Pois é, pois é, pois é!
E aquela ruga na testa que sumiu, pelo burst de hormônios nas veias?
Na boa, as lonas pretas não ficam pra sempre no chão e aquela goteira vai secar, assim que trocarmos as telhas.
É que eu sou assim: acho que as coisas são sempre pra sempre.
Turns out que TUDO PASSA e é bom abrir as janelas pra renovar o ar!
Enjoy!
(just for the record: "ENJOY!" é algo que me foi clonado, caso fique alguma duvida no ar...É, definitivamente a estrutura continua a mesma! hahahaha):-D