
Eu amo você!
E sei que eu poderia dizer mil coisas lindas a respeito disso, mas o que mais importa:
eu estou aqui por escolha...
E isso diz TUDO!
Você é a minha vida e eu quero que TODO mundo saiba disso!
;-)
Primeiro: eai eai eai, não é algo indecifrável, que eu coloquei pra intrigar as cabecinhas alheias...É apenas a exclamação do personagem de "Eram os deuses astronautas?". Decepção, né...Era só isso. Segundo: Esse é um espacinho onde eu compartilho minhas maluquices com as pessoas que eu gosto e aproveito para agulhar as pessoas que eu não gosto. Não sentiu a agulhada? Então é porque eu te gosto!
Nota: Vcs sabem que eu prefiro escrever as minhas próprias teorias sobre a vida... O Curioso é que as vezes a gente encontra teorias que se parecem muito com as nossas..Aí copia e cola no blog ;-)
Obrigada para a minha menininha linda do rodamoinho na testa! Enjoy:
Ainda pior que a convicção do não, a incerteza do talvez é a desilusão de um "quase".
É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.
Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou.
Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.
Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor, não me pergunto, contesto.
A resposta eu sei de cor, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos "Bom dia", quase que sussurrados.
Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz.
A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai. Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são.
Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza.
O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.
Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência, porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer.
Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo.
De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.
Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar. Desconfie do destino e acredite em você.
Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu!

Hoje eu recebi um e-mail sobre “encerramento de ciclos”, que me fez pensar o quanto é difícil colocar um ponto final nas coisas.
Como é duro deixar morrer o que tem que morrer.
Eu mesma, esses dias, passei por uma situação de “precipício”, por não ter coragem de enxergar que era preciso parar e “just let go”.
O curioso é que mesmo quando vc não quer admitir a existência de um problema, acaba se metendo em situações em que obviamente vai ter que lidar com este problema, como se o seu inconsciente estivesse te empurrando para a “luz”. E hoje, depois da turbulência, sinto o que eu achei mesmo que iria sentir: “I’m just F.I.N.E.”
Eu tinha um pouco de medo de me sentir assim, de ficar tão “sussa” que poderia beirar a indiferença... Bom, perto da paixonite aguda que tende a existir em mim, ficar tão relax assim, me assusta e eu passo a questionar se isso não é um “accident waiting to happen”...
A verdade é que eu não faço o tipo conformada ou contentada... Muito diferente disso eu sou a pessoa que escarafuncha até conseguir o que quer, e isso vinha dando muito certo até agora.
O duro foi ter que aceitar que há “quests” que não valem a pena serem “questados”... E neste momento, jogar a primeira pazada de terra... Ainda que a sua mão resista e vc tenha vontade de sacudir a pessoa para ela acordar, no fundo sabe que só perderá seu tempo e acaba jogando a pazada.
Talvez seja o sentimento mais profundamente triste, pela impotência que se sente. Talvez seja o sentimento mais apaziguador, pela mesma impotência...
Como o alívio que sentimos quando morre alguém agonizante... É dor e libertação de dor. É isso!
Foi isso o que se passou pela minha cabeça quando coloquei fim a um ciclo que estava me desgastando intensamente...
Ainda sinto um espasmos, como se houvesse uma criatura dentro de mim me esmurrando para reagir de forma diferente, mas sinceramente, não troco a paz que sinto agora pela montanha russa que eu quis tanto sentir...
Azar meu,que estou brochada, mas sorte de que não tem que conservar a montanha funcionando... Sorte minha que estou em paz, e azar de quem não vai sentir o frio na barriga, já que a montanha não funciona mais.(period)
Este post é para alguém muito especial na minha vida...
Uma pessoa de quem eu não me esqueço, nem quando eu mesma acho que esqueci... No fundo eu sei que eu nunca vou deixar essa lembrança morrer.
Apesar do breve tempo em que estivemos em contato, a diferença que fez na minha vida foi brutal.
As nossas conversas mudaram o meu jeito de pensar e me fizeram “reacreditar” em muitas coisas. E sou muito grata por isso. Nunca pensei que eu pudesse encontrar uma pessoa tão doce, tão boa, tão sensível na vida... E quando encontrei, vi o quanto eu valorizo isso, e me senti bem... Me senti alguém especial por ainda me maravilhar com essas coisas simples e me senti melhor ainda, por ser querida por uma pessoa tão fantástica.
Hoje, penso na sorte das pessoas que estão por perto dele e me sinto um pouco triste por não estar... Não estou por que não poderia e principalmente porque eu não saberia honrar os momentos de convivência. Eu sou uma daquelas pessoas com que é difícil conviver e, além disso, deixo que a rotina acabe com o brilho das coisas. Assim fico também um pouco feliz por estar longe, porque deste jeito eu não estrago as coisas e isso fica eternamente lindo.
Não importa quanto tempo passe, as coisas continuarão puras, porque sempre foi essa a idéia que norteou todos os nossos movimentos (ainda que muitos achassem que não)
Meu, obrigada por todas as palavras lindas que você me disse, por todos os momentos de preocupação que você teve comigo, por todo o cuidado em fazer do que poderia ter sido banal, algo tão especial!
Sério, você mudou a forma como que pretendia viver os próximos 100 anos.
O espaço que você descobriu, sempre existirá no meu coração.
Eu não direi o seu nome, mas você sabe que é você (mas aposto que ainda vai pensar: Será que ela está falando de mim????)
E mesmo sem dizer o seu nome, quero que todo mundo que lê esse blog, saiba que existe no mundo uma pessoa absurda!
PS: Isso tudo não veio do nada, é que eu ouvi uma música que me fez lembrar daquela época.
3) Assumir nossos atos
Porque temos tanta facilidade em defender nossas idéias e ao mesmo tempo, tanta dificuldade em peitar o mundo em prol das nossas atitudes?
Agora uma atitude passa do ponto da intenção (virtual) e passa a ser real, se causa alguma dor é permanente.
Deve ser por isso! “É facil falar, mas fazer...”
Eu já fiz coisas que disse que jamais faria, e hoje tento fazer isso o menos possível... Ser realmente fiel ao que penso, tanto na hora que falar como na hora de agir.
Às vezes não dá, porque tenho mononucleose de me sentir tão boa mocinha às vezes... Talvez eu devesse ser fiel aos meus pensamentos a ponto de aceitar também os que não são cor de rosa com glitter... Agir também de acordo com aqueles mega trash... Acho que isso sim faria com que eu me sentisse verdadeiramente autêntica e seria mais fácil assumir as minhas atitudes... Eu claramente estou em uma fase meio shallow. Se pá, eu sou mesmo sem profundidade e quero dar uma de inteligente escrevendo isso tudo... I just fell like it.
Quando eu tiver certeza, vou assumir pra todos, podem crer!
xoxo


Dando inicio à trilogia de posts previamente anunciados:
1) Aproveitar a vida - possibilidade ou necessidade
Quais são as coisas que nos dão a noção de estarmos vivendo como nos aconselharíamos a viver? Existe mesmo a sensação de plenitude, de estar "tragando" os acontecimentos?
Quando eu penso que hoje tenho a vida que sempre quis ter, me sinto muito intrigada e culpada por não me sentir eufórica.
Quando eu penso nas coisas que eu faria se tivesse a vida que eu tenho, eu não acho a explicação do porquê não estou fazendo essas coisas agora.
Exemplo: eu, se tivesse uma casa com jabuticabeiras, me sentaria perto delas, olharia as frutinhas crescendo, comeria muitas e muitas jabuticabas docinhas... No entanto, eu moro em uma casa com DUAS jabuticabeiras e eu NUNCA me sentei perto, e nem comi uma frutinha sequer. Imaginam a sensação que isso me dá? O conflito interno que é: EU FARIA SE X EU NÃO FAÇO QUANDO?
Aí eu encano que náo estou valorizando as coisas que eu tenho, ou seja que não estou APROVEITANDO a minha vida de agora. E o tempo está passando e eu sentirei saudades desta época atual.
É isso! A sensação de PLENITUDE está no futuro do pretérito condicinal (“faria se”), um tempo que não existe. Ou pior, existe virtualmente, nos dando a sensação de existir de fato, tanto é que a língua portuguesa até criou uma conjugação verbal para essas ocasiões, que não ocorrem.
Talvez se nos comunicássemos por grunhidos, não teriamos a possibilidade de pensar desta forma, pois conjugar um verbo num tempo que não existe, é o mesmo que apertar o botão do joystick com bastante força – it`s useless!
Assim, o melhor seria abandonar a busca pela sensação de plenitude, já que por estar presa em um tempo inalcançável, é por consequencia, tão inalcançável quanto.
Enfim, se pesarmos desta forma, tudo fica mais tranquilo, nossa cabeça pára um pouco de cobrar resultados, paramos de nos culpar pelo mau humor, pela falta do sorriso “auto-colante”na cara...
Aí, ficamos mais em paz, mais sussas...e quem sabe assim, mais plenos? ;-)
PS: Beijos para Tito e Fred, que A M E I rever esses dias!(vejam o link para o blog do Fredão)
PPS:Um dedo do meio bem grande para as pessoas traíras que tratam as pessoas mais legais com descaso e ainda por cima tentam lhes roubar os amigos..."pavimente mesmo o seu caminho para o limbo, mtfckr" (citação de outrém em outrora)

Eai?
Hoje eu não queria falar de mim, queria ouvir de vocês todos que lêem isso...
Queria que todos comentassem, mesmo aqueles que vêem aqui sorrateiramente pra me ler...Podem ler, leiam sim! É pra isso que eu escrevo aqui. Queria saber o que vcs pensam o que vcs sentem a meu respeito, mesmo as pessoas que pouco sabem de mim, e às vezes acham que eu sou uma coisa que eu não chego nem perto de ser.
Queria mesmo saber o que você me diria se pudesse... Se me mandaria tomar no ** (eu não escrevo palavrões...só falo), ou se me daria um grande abraço apertado...
Preciso curar isso
Vejo o topo onde gostaria de estar, vejo o poço onde eu poderia ter ficado.
Estou no meio. Cheguei aqui andando de lado, que nem um caranguejo. Vi muitas coisas, senti tantas outras, me lembro de poucas e no fundo acho que não aprendi nada... Ou essa frustração é por sentir que mesmo tendo aprendido tanto, eu ainda sou tão suscetível às marolas da vida.
Tenho postado umas coisas muito longas, fica chato de ler... Assim, vou fragmentar o meu “yada- yada –yada” e terminar pela metade (essa é pra pensar- pensa aí, vc que gosta de pseudo-trocadilhos ;-))
Do I know you from somewhere
Mas nunca saberia disso se não tivesse buscado...