Será que é assim mesmo que funciona?
Sou super fã de Dave Matthews e Paul McCartney .
Se me perguntassem: :"Você quer conhecer o Dave ou o Paul?" - eu certamente entraria em crise. Não pelo que eu IA ver, mas pelo que eu NÃO ia ver... Como eu poderia escolher um e deixa o outro de fora?
A oportunidade única se tornaria mais um suplício do que uma euforia.
Talvez a sensação de ter "perdido" um dos dois fosse mais marcante do que a lembrança de ter visto o outro.
Acho que pelo menos pra mim seria assim...
E aí me veio: quanto mais vínculo vc tem com as coisas, mas sofre ao ter que escolher entre elas.
Óbvio!
Então porque DIABOS achamos que somos mais felizes quando nos indetificamos (aka vinculamos) com músicos, artistas, pessoas e coisas em geral?
Porque é isso que buscamos o tempo todo: achar o que existe no mundo que nos agrade e tentar nos aproximar dessas coisas.
Separar: isso eu quero, isso eu não quero.
Das coisas que quero: isso eu quero muito, isso eu não quer tanto
Das coisas que eu quero muito: disso eu preciso, disso eu não preciso.
Das coisas que eu preciso: por isso eu luto, por isso eu não luto.
E assim por diante, tendo nomes/verbos diferentes dependendo do locutor.
Isso acaba gerando um sofrimento por ansiedade, que poderia ser evitado se apenas nos contentássemos em ver a simplicidade das coisas.
Se nos víssemos como parte do todo e não como juizes dele.
Se aprendêssemos que o artista é uma pessoa como nós e assim poderíamos ser artistas como eles.
Que o amigo interessante é nosso amigo porque também somos interessantes.
Enfim, comecei falando uma coisa e terminei pela metade (se é que isso é possível)
Mas, ora, isso é um blog, não?
Whatever!

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