A situação atual
Atuante, atuada...
Tem um ritmo, uma inércia resistênte ao desequilibrio.
Permanece por default.
Tem força, tem raizes, tem ventosas!
Descolar, desprender, des-ser, descer...
A menina quer ficar reinando, a filha quer continuar ditando.
Ditadora mirim que vence o progresso.
Centraliza, controla, emudece...Dá a vida para que as coisas mortas continuem existindo.
É assim que é! É a inércia de permancer por default!
A menina está dentro da mulher e a mulher só é a menina que cresceu.
Recusa-se a ser mulher, a menina que mulher já é.
Tem voz, mas não fala!
Tem corpo, mas não goza...
Tem peito, mas não alimenta.
Tem útero, mas não gera...
A mulher é mandada pela menina(insight)!
É preciso se deixar levar pra ser mulher.
E chego para um homem e digo: Dança comigo!
(tentando ser a mulher)
Dança?
Primeiro: eai eai eai, não é algo indecifrável, que eu coloquei pra intrigar as cabecinhas alheias...É apenas a exclamação do personagem de "Eram os deuses astronautas?". Decepção, né...Era só isso. Segundo: Esse é um espacinho onde eu compartilho minhas maluquices com as pessoas que eu gosto e aproveito para agulhar as pessoas que eu não gosto. Não sentiu a agulhada? Então é porque eu te gosto!
sexta-feira, fevereiro 25, 2011
quarta-feira, fevereiro 16, 2011
A dor de saber-me e ser-me, antes de me ser!
Eu sei do que sou capaz.
A incapacidade que eu conto pro mundo é só uma desculpa, não é a real prisão.
A armadilha letal é a que não sabemos existir, e só por isso é letal.
Quando temos consciência, nos prevenimos...SEMPRE!
Diante da exposição, somos outros...SEMPRE!
A consciência é serva do instinto de vivência.
Preferir não saber é preferir não SER o que se deve ser, pra SER o que se é!
E "é-se", querendo ou não! "É-se", simplesmente-porque-sim!
Eu prefiro saber e eu sei muito!
Eu sei do que sou capaz, mas não conto.
Pra não ser responsável, pra não ser culpada, pra não ser obrigada a ser o que sou.
Eu quero ser BOA e só BOA, então eu não posso ser o que sou...
Pois eu sou MÁ também, eu sou VIOLENTA também, eu sou SANGUINÁRIA também!
Eu sei do que sou capaz, e é por isso que eu deixo vc ir!
Por que eu sou capaz de te arruinar, eu sou capaz de te fazer definhar, e de querer que você seja o pai que eu não tive! Eu te parasitaria!
Eu quero ser filha! A filha que eu nunca pude ser de um pai que eu nunca pude ter.
Eu quero colo, da mãe que chorava no meu, me pedindo cuidados.
Eu sou capaz de te manipular pra compensar tudo isso! Eu sou!
.
.
.
Por isso eu me boto na frente! Por isso eu me viro em escudo...Porque eu sei do que sou capaz!
...E eu nos amo demais, pra reduzir TUDO a ISSO. ESSE é o bagulho na fonte!
Resistir a mim mesma pra não destruir o que há. O que haverá pra sempre, se eu não destruir.
Porque eu sei do que sou capaz! E eu sou capaz de destruir tudo.
sábado, fevereiro 12, 2011
Dement'ira
O SABER que me importa é o que conecta essências e não adjetivos...
SER está nos olhos, no toque, no espaço entre...Espaço cheio do vazio fundamental pra que dois sejam dois, ainda que queiram ser um. Pra que dois sejam três!
A verdade é importante apenas porque a mentira bloqueia os fluxos, impede reações, paralisa os progressos.
E é (a mentira) desnecessária pra quem quer o que É, independente do que seja.
A mentira desvaloriza a incondicionalidade do amor. Polui. Fragiliza.
Não era necessário esconder-se de quem queria te ver além do que se considera aprovável.
Não era necessário esconder-se de quem queria te ver além.
Não era necessário esconder-se de quem queria.
Não era necessário esconder-se.
SER está nos olhos, no toque, no espaço entre...Espaço cheio do vazio fundamental pra que dois sejam dois, ainda que queiram ser um. Pra que dois sejam três!
A verdade é importante apenas porque a mentira bloqueia os fluxos, impede reações, paralisa os progressos.
E é (a mentira) desnecessária pra quem quer o que É, independente do que seja.
A mentira desvaloriza a incondicionalidade do amor. Polui. Fragiliza.
Não era necessário esconder-se de quem queria te ver além do que se considera aprovável.
Não era necessário esconder-se de quem queria te ver além.
Não era necessário esconder-se de quem queria.
Não era necessário esconder-se.
domingo, dezembro 19, 2010
Somewhere ONLY I know...
Eu era de exposição, de ex, posição...
Ouvi um chamado
Pra ser mais do que isso
E fui ser.
O "fui" de ir...
O "fui" de ser...
Eu fui mais do que isso.
Pernas que user pra andar
Asas que criei pra voar
"Vem! É aqui de cima que a gente vê as coisas como são!"
Vem...
Vem!
Vem?
E hoje, eu sou mentirosa?
E hoje, eu sou desistente?
Eu posso ser isso, pra que isso não seja você.
Eu posso ser a dor da responsabilidade de não ter ido, mesmo quando eu fui (fui de "ir" e fui de "ser"), pra que o responsável não seja você.
Eu prefiro ver as coisas como eram.
Conservar o chamado como chamado...Conservar o amor como amor...
Por que do contrário eu morro e viro de exposição...
Ouvi um chamado
Pra ser mais do que isso
E fui ser.
O "fui" de ir...
O "fui" de ser...
Eu fui mais do que isso.
Pernas que user pra andar
Asas que criei pra voar
"Vem! É aqui de cima que a gente vê as coisas como são!"
Vem...
Vem!
Vem?
E hoje, eu sou mentirosa?
E hoje, eu sou desistente?
Eu posso ser isso, pra que isso não seja você.
Eu posso ser a dor da responsabilidade de não ter ido, mesmo quando eu fui (fui de "ir" e fui de "ser"), pra que o responsável não seja você.
Eu prefiro ver as coisas como eram.
Conservar o chamado como chamado...Conservar o amor como amor...
Por que do contrário eu morro e viro de exposição...
segunda-feira, dezembro 13, 2010
Carta pra o meu "eu do futuro"
Quem é você que se diz "eu"?
Quem sou o "eu" que quer ser você?
Que tipo de "você" eu quero ser quando te for?
Quero ser um "eu" admirável, para que os outros também queiram ser o "você" que eu serei.
Mas o "eu" que sou, não tem meios pra isso...
O "eu" que eu sou teme ser um "você insustentável", assim como sou eu agora.
Insuportavelmente partido entre o ser "eu" e o querer não ser o "eu" que sou.
Eu sou e não sou o "eu" que te agrada, que te apaixona.
Eu não sou e sou o "eu" que te repulsa e que te machuca.
Eu não sou "eu", mas nada mais que isso é o que sou.
Dividida e vazando a vida que você tenta soprar em mim...
Sou uma bóia no meio do oceano e me ofereço pra salvar a tua vida!!Sou uma bóia furada, golpeada de facas auto direcionadas...
Você me sopra, se gasta comigo, mas eu volto a ser murcha, esburacada que sou.
O buraco que não se conserta como se consertam os buracos outros.O buraco que me faz inútil, já que sou bóia e bóia eu quero ser!
E bóia querem que eu seja, por achar que eu sou inteira.
Um inteira parcial, que é o que se revela...que é com o que se sabe lidar!
Mas sigo esvaindo toda e qualquer seiva que no "eu" penetra.
Não penetra...Não fica...Não nutre...Não sustenta!
Porque sai, vai embora como areia entre os dedos, como água no ralo...
Quando sai, vai levando o "eu" junto, aos poucos uma erosão do ser que sou (e passo a não ser a cada instante).
Independente do que eu faça... Sem se importar com o que eu penso...Sem recompensar ao que me dedico...
O "eu" está cansado, ansioso por ser "você"!
Tento não ver que "você" só será o que o "eu" permitir.
Este "eu" que não se sabe, que não se emenda e que se dobra sobre si, pra tapar os vazios do que gostaria de ser.
Condenação assinada antes da sentença.
Independente do que eu faça... Sem se importar com o que eu penso...Sem recompensar ao que me dedico...
sexta-feira, outubro 29, 2010
UGH!
O fim do começo é o começo do fim.
Viver sempre no início, sem vincular-se aos pesos do caminho.
O plano conserva a inocência!
Imaculado e pueril.
Destemido até.
De muitas formas, planejar é garantir-se frustrado.
Superfície, sobre face, uma máscara talvez...
Uma que cabe na cara de pau!
Uma que pode ser vista pelas outras caras de pau escondidas...
King Kong
Quando percebemos o ritmo no caos, achamos que somos os reis do mundo...
Aquela ferramenta feita de osso e cabelos foi feita pra guerra interna, que nunca chega (ao fim).
A guerra é o construir da ferramenta...
Ela não serve pra mais.
Aquela ferramenta feita de osso e cabelos foi feita pra guerra interna, que nunca chega (ao fim).
A guerra é o construir da ferramenta...
Ela não serve pra mais.
sexta-feira, outubro 01, 2010
Em tu : ziasmo
Tourada vermelha
Rápida e dançante
Balé com a besta, mas a besta tem que morrer!
Ela faz o toureiro ser herói, mas ela dá a vida pelo status do outro!
Ser touro e toureiro ao mesmo tempo!
Convencer-se e bastar-se, sem ver além da arena...
Surdo, porque vê demais!
Mudo, porque escuta demais!
Cego, porque fala demais...
O demais tira do decerto e o faz deprimido.
Rápida e dançante
Balé com a besta, mas a besta tem que morrer!
Ela faz o toureiro ser herói, mas ela dá a vida pelo status do outro!
Ser touro e toureiro ao mesmo tempo!
Convencer-se e bastar-se, sem ver além da arena...
Surdo, porque vê demais!
Mudo, porque escuta demais!
Cego, porque fala demais...
O demais tira do decerto e o faz deprimido.
domingo, setembro 12, 2010
Significa?
De onde saem as atitudes?
O que as motiva?
Qual o interesse?
Hoje, eu olho pra trás e vejo quanto tempo eu passei me torturando ao fuçar a vida alheia, com medo de que o interesse de quem eu amava, fosse pra "ela".
E foi! Foi mesmo! Não adiantou eu fuçar, tentar prever e impedir...O curioso é que, a contrário do que eu imaginava, eu não ocupo mais o meu tempo com essa pessoa.
Passou! Eu não tenho mais interesse... Por que?
O que significa isso tudo?
Se o cara não sabe que a lágrima que cai MEANS que ele está brokenhearted, ela ainda assim, pode ser interpretada como uma dor que quer se manifestar?
Então, eu penso: talvez seja a hora de separar significado de interpretação.
O Significado é PRA MIM de MIM. Então, se eu não tenho consciência...não significa!
A interpretação é PRA MIM dos OUTROS. Então mesmo que eu não tenha consciência, eu acho que tenho e acho que sei o que significa.
Eu CHUTO um significado, que teria pra mim, SE eu fosse o outro.
Mas eu não sei de fato!
Por que o que significa não depende de mim, quando se trata do outro. O que depende, é a interpretação.
Acho que o amor nasce quando você consegue interpretar o outro e acertar o que significa.
É essa sintonia...Quase uma dança bem coregrafada.
É um bagulho, que só sabe quem tem.
O que as motiva?
Qual o interesse?
Hoje, eu olho pra trás e vejo quanto tempo eu passei me torturando ao fuçar a vida alheia, com medo de que o interesse de quem eu amava, fosse pra "ela".
E foi! Foi mesmo! Não adiantou eu fuçar, tentar prever e impedir...O curioso é que, a contrário do que eu imaginava, eu não ocupo mais o meu tempo com essa pessoa.
Passou! Eu não tenho mais interesse... Por que?
O que significa isso tudo?
Se você não sabe o que uma coisa significa, ela ainda assim significa ISSO que vc não sabe?
Ex: se eu não sei que esse caminho todo SIGNIFICAVA que eu ia me dar mal no fim, ainda assim, isso significava de fato, um mal sinal?Se o cara não sabe que a lágrima que cai MEANS que ele está brokenhearted, ela ainda assim, pode ser interpretada como uma dor que quer se manifestar?
Então, eu penso: talvez seja a hora de separar significado de interpretação.
O Significado é PRA MIM de MIM. Então, se eu não tenho consciência...não significa!
A interpretação é PRA MIM dos OUTROS. Então mesmo que eu não tenha consciência, eu acho que tenho e acho que sei o que significa.
Eu CHUTO um significado, que teria pra mim, SE eu fosse o outro.
Mas eu não sei de fato!
Por que o que significa não depende de mim, quando se trata do outro. O que depende, é a interpretação.
Acho que o amor nasce quando você consegue interpretar o outro e acertar o que significa.
É essa sintonia...Quase uma dança bem coregrafada.
É um bagulho, que só sabe quem tem.
Macho, o Pirata!
Uma perna amputada no útero...
Tinha tudo pra ser, mas não foi.
O gene estava certo, mas o cordão umbilical não comportava os nutrientes.
Insuficiente, gotejante!
Inconsciente, parcialmente adequado. Cego de um olho...
Parece bem, parece bom...PErece na verdade do que é!
Camada fina que cobre, disfarça o interior ferido mortalmente.
Sorryso!
Como seguir e ser, se o andar é desgastante e a morte está presa pelo disfarce?
Morre e anda!
Se preciso, construa uma perna de pau vivo, que brota coisas a esmo!
Recupera os tesouros, dos navios naufragados nas águas do inconsciente!
Não os traga à tona, pois eles pertencem ao fundo e só valem se estiverem lá.
Tinha tudo pra ser, mas não foi.
O gene estava certo, mas o cordão umbilical não comportava os nutrientes.
Insuficiente, gotejante!
Inconsciente, parcialmente adequado. Cego de um olho...
Parece bem, parece bom...PErece na verdade do que é!
Camada fina que cobre, disfarça o interior ferido mortalmente.
Sorryso!
Como seguir e ser, se o andar é desgastante e a morte está presa pelo disfarce?
Morre e anda!
Se preciso, construa uma perna de pau vivo, que brota coisas a esmo!
Recupera os tesouros, dos navios naufragados nas águas do inconsciente!
Não os traga à tona, pois eles pertencem ao fundo e só valem se estiverem lá.
terça-feira, agosto 24, 2010
segunda-feira, agosto 16, 2010
In-pulso
No ritmo ainda te encontro impresso
Arraigado nos períodosDecalcado nos compassos
O ciclo, mesmo quando ascende, conserva um "que" de centrífugo que me remete à fuga de mim.
Eu, que ao fugir de mim, me embramei em você.
Agora estou coberta de fitas cortadas e cortantes...Sangue pisado.
Restrita ao leash que eu mesma teci.
sábado, julho 31, 2010
Cristal!
O que mais vale?
Admiração se torna medo, quando você se acha pouco.
O desprezo vira apego, quando você se torna pouco.
A busca pelo melhor tranforma-se em uma viagem à sombra, onde a intenção de curar, fere.
Onde a recompensa plausível vira um desprezo mortal.
Tudo arranjado, limpo e pronto pra começar...
A luz se acende e tudo está podre, mofado, parasitado e morto.
A vida estava sendo consumida pelos vermes e pelos fungos, mas não consegui ver.
Ou pior...não QUIS ver.
Pena!
Agora é a dor de desmontar os cenários e recuperar a força dos começos...
Ter forças, sem ter.
Ter alegria, sem ter.
Saudades do que nunca houve.
Esperanças no que nunca poderá ser (no que nunca poderia ter sido).
Estou vazia....mas o vazio é mais fácil de limpar.
The currents will shift
Como ousa, com a tua mediocridade, estragar os bordados de mim?
Como se atreve a abrir somente esta fresta, limitando o oceano a um gotejar torturante?
Eu não passo por aqui, vc não percebe?
Somente a sombra de mim, somente o sonar da minha alma buscante... (tuUUu, tuUUu, tuUUu)
Eu raspo com a unha o resto que vc me deixa, o pó que sobrou de você.
Eu faço um montinho e tento ressuscitar a razão que me fez olhar pra tua essência.
Devolve o esforço, a crença e a aposta...
Reebolsa meu tempo e restaura a minha alegria de viver!
Eu tenho amor congelado e petrificado.
Eu tenho sangue coagulado!
Nenhuma dessas coisas combina com a fuidez dos meus oceanos, que gota a gota, deixam você pra trás.
quinta-feira, julho 15, 2010
O meu problema
O meu problema (parece redação de escola, onde a primeira frase repete o título) eu não sei qual é!
Não é o que vc dá pro outro (a), mas o que eu o outro (a) te dá.
Competição, acho...
Quero ser única, melhor...
E se eu não quisesse? Se eu dividisse com o outro (a)?
Mas não...
Eu quero chocar, quero desbravar, quero superar. Eu quero sempre mais!
E eu to me perdendo na mediocridade das regras e dos "organizadores do fazer".
Mano, as pessoas são muito hipócritas e eu me corroendo de culpa por não ser perfeita.
Eu sou uma bola de fogo e preciso aceitar que nem sempre vou deixar o mundo ileso.
Eu queimo.
Queimo por querer, queimo sem querer.
Queimo por dentro e queimo por fora...Eu fico quente de verdade!
Eu tenho uma munição de ferrões de abelha e eu pico, fazer o que?
Pico pra inocular o meu "ver" em você, pra te transformar...
Quem entende o conceito de "vamos nos misturar" não pode ser mais sensível e FODAPACARALHO!!
Pico por que tenho que picar...
Estou aprendendo a me ver de fora e isso tira um pouco a espontaneidade da coisa, MAS reconhecer a genuina fonte de simesmo ("a fooooonte de SIMESMOOOOO, hó hóhóhóóóó"- tipo, Cid Moreira falando)...
Então, se vc reconhecer a fonte, vc aprende a acessar a pureza e detectar o lodo quando aparece.
-GENNN TIIIII, QUE LODO É ESSIIII???
-Xiiii, esse lodo aí é daquele que mancha os relacionamento cus namorado, viu dona!
Eu preciso acessar o meu pedreiro/encanador interior, porra!
É isso: começo sérinha, fico irada e dou risada!
É essa a minha dinâmica base. SERINHA- IRA- RISADA
Eu não posso parar no meio, não posso!!!
Senão vira desgosto, amargura e o "serinha" vira "deprêzinha".
O "irada" vira "destrutiva" e a "risada" vira "choro".
É o lodo!
Eu não quero machucar ninguém, mas machuco.
Ninguém quer me machucar, mas machucam.
É a vida em sua força centrífuga de sempre...
Eu perdoo, de verdade!
Me perdoem também.
Há uma busca por coerência em tudo isso, mesmo que a coerência seja mutante...
Uma espécie de PG de razão inconstante.
NEEEEERD!
PUTAQUEOPARALHO
Estou arrancando um câncer.
Tendendo a comportamentos autodestrutivos do passado.
Tendendo a falar um monte de merda aqui, que "reverberaria no Universo".
Não quero.
Que figura é essa que surge de debaixo das camas vazias e se alimenta do medo de andar?
Uma espécie de cadeira de rodas com imãs. E vc, (eu, no caso) um saco de pregos.
Atraído pela dependência, preferindo não preservar o que há de você em você.
Sai da periferia!
Volta por cerne!
Pára de achar que o comportamento do "edge" diz quem você é!
Volta, que isso passa...
Volta, que você vai ser o que é!
Volta, que esse é o unico jeito de ir...
quinta-feira, julho 08, 2010
Bioimpulsão
Não consigo organizar as idéias e colocar a ordem dos acontecimentos de forma a explicar como tudo aconteceu...
Mas aconteceu e está acontecido!
E eu estou nesse lugar, onde o mundo girou e eu escolhi pular umas pedrinhas pra ficar mais no sol.
Eu poderia ter ficado no lugar, mas ali há o frio e a sombra ...
E lá, o calor e a mata verdinha!
Enquanto isso eu ouvia Bjork: YOU CAN'T SAY NO TO HOPE, YOU CAN'T SAY NO TO HAPPINESSE lá, o calor e a mata verdinha!
Que um dia isso seja transcendido e até lá eu aceito, resignadamente, a tua reação.
quinta-feira, junho 24, 2010
Le Biste!
Eu deixei o folêgo entrar, meus pulmões inflaram e eu virei uma bóia!
Agora eu subo na água e vejo o lôdo se distanciando, as algas soltando os meus pés...
As montanhas escuras eram apenas pedras (vistas de perto demais).
O peixe-rei era apenas um lebiste enfeitado (visto de perto demais).
A sereia linda, era uma boneca sem vida, negando a vida que tentava entrar...
A coruja já nem é tão sábia, mas uma criatura assustada, que é noturna apenas para ter menos concorrência.
Oxigênio limpo, sem vícios, sem rancor, sem peso, sem vinculos desnecessários...Desapegado!
Preenche o corpo até ser consumido e sai.
Faz o seu papel com integridade e SAI.
Até por isso pode ser íntegro (e puro)...Não fica mais tempo do que pode/tem que ficar.
quarta-feira, junho 09, 2010
Wonderwall
A gente acha que pode entender as pessoas...
A gente acha.
A gente SE acha!
Eu te abordo de outro jeito, eu mudo, eu ando, eu dou a volta!
Eu abaixo, eu permito, eu recuo, eu sorrio...
Eu consigo, só mais um pouco, eu sei que consigo!
Eu... Eu... Quem sou eu?
O que aconteceu comigo?
Mudada, longe, revolta, abaixada, permissiva, sorrindo com olhos tristes.
Apenas para provar a mim que eu conseguiria e que essa vitória faria bem a todos!
E fez mal...
Sem forças para fazer metáforas e poesias.
Um texto pobre e cru, como me sinto agora...
E nenhum troféu para polir, nenhuma medalha para ostentar, nenhum diploma para enquadrar.
Feridas invisíveis, cortes subcutâneos, e bolhas no coração.
Ferida Invisível e Mortal
Falha Indesejada e Medo
Força Inerte e Medíocre
Fui Idiota Mesmo
terça-feira, junho 01, 2010
Cigana
'Cause I'm a gypsy
But are you coming with me?
I might steal your clothes
And wear them if they fit me
I never made agreements
Just like a gypsy
And I won't back down
'Cause life's already hurt me
And I won't cry
I'm too young to die
If you're gonna quit me
'Cause I'm a gypsy
But are you coming with me?
I might steal your clothes
And wear them if they fit me
I never made agreements
Just like a gypsy
And I won't back down
'Cause life's already hurt me
And I won't cry
I'm too young to die
If you're gonna quit me
'Cause I'm a gypsy
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