Normalmente flui, calma e compassada
Ritmada pelo coração, regrada pela mente
De repente...
Expansão, explosão e fúria
Vontade de morder, dilacerar, cravar mandíbulas toscas
Apertar, sacudir, enforcar...sufocar!
Ressuscitar a sede com vinho de gente
Deixar a fome viva pra te engolir
Delírio alimentar de tubarões
Estômago e só...
Sem cérebro, sem crise, sem culpa
Fome de vida, de potência, fome de Nietzsche
DOR e MORTE como afirmação de vida
Correnteza sanguínea de lava
Veias imensas, incandescentes
Não cabe, não tem cabimento
Um comentário:
Rizoma
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