quinta-feira, abril 20, 2006

Madre Terê

Bom, aqui estou eu de novo, com o cabeção bombando...

Estava conversando com uma pessoa que eu amo muito e ela estava muito triste por causa da situação que tinha acabado de viver...

Daí a gente chegou a uma conclusão: que as pessoas gostam de sofrer mesmo, pois assim se sentem vivas... Ainda mais quando as coisas são fáceis em outros aspectos, quando tudo acontece de uma forma relativamente tranqüila, precisamos de algo que nos corroa por dentro para poder reagir.

De novo a história: nos conhecemos muito mais pela reação que temos, do que pela ação que temos...

E o pior é que nos forçamos a entrar em situações “reativas”, porque quando nos acontece algo inesperado, a nossa reação nunca é a mesma que esperávamos ser...

Daí, o cabeção pira... Porque vc vê que realmente não se conhece... Às vezes isso é bom, às vezes é ruim... Mas é sempre verdade. A gente não se conhece tão bem quanto gostaria e fica desfragmentando o disco sem parar...

Eu mesma me pego atada a coisas tão ridículas, que são muito mais produzidas pela minha imaginação do que reais de fato...

Sei lá... Até tento entender o porquê, mas se eu entendesse a angústia passaria e perderia a “graça”... Assim, quando eu estou prestes a largar mão, retrocedo e volto à tão conhecida estaca zero...

Isso cansa!

Putz, eu me acho tão chata às vezes... Tão “madre- terê” , tão “ faça- o - que- eu –falo-mas- não – o – que – eu- faço”... Me irrito!

Vcs que lêem isso devem se irritar também...

Um dia eu ainda vou pegar um taco de baseball e quebrar o quarteirão...

Depois ficar parada meiguinha, despenteadinha e piscando: “blink blink, que foi????”

Cansadinha... hahahaha Com o taco na mão ainda.

Bom...That’s it for the evening.

XOXO…

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